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Fáber sempre quis estar no topo da empresa, mesmo que para isso tivesse que passar por cima de vários colegas. Fazia de tudo para estar no ápice das coordenações. Abrindo mão de tempo, férias e até de relações afetivas e da família. Mesmo submetendo os seus colegas subordinados a constante humilhação, justificava-se dizendo que para ser promovido, deveria mostrar-se eficiente! Tanto quis chegar ao cume da corporação sobrevindo por cima dos outros que certo dia Fáber “acidentalmente” escorregou do terraço.






