"Não Entre em Pânico" Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O Autor:
Douglas Adams
Nascimento 11 de Março de 1952, Cambridge
Morte 11 de maio de 2001 (49 anos)
Nacionalidade: Britânico
Gênero literário: Ficção científica, comédia
Douglas Noël Adams (Cambridge, 11 de março de 1952 — Santa Bárbara, 11 de maio de 2001) foi um escritor e comediante britânico, famoso por ter escrito esquetes para a série televisiva Monty Python's Flying Circus, junto com os integrantes desse grupo de humor nonsense, e pela série de rádio, jogos e livros The Hitchhiker's Guide to the Galaxy.
Os fãs e amigos de Adams o descreveram também como um ativista ambiental, um assumido ateísta radical e amante dos automóveis possantes, câmeras, computadores Macintosh e outros 'apetrechos tecnológicos'. O biólogo Richard Dawkins dedicou-lhe seu livro The God Delusion e nele descreve como Adams compreendeu a teoria da evolução e, tornou-se um ateísta. Adams era um entusiasta de novas tecnologias, tendo escrito sobre email e usenet antes de tornarem-se amplamente conhecidos. Até o fim de sua vida, Adams foi um requisitado professor de tópicos que incluíam ambiente e tecnologia.
Em 1957 seus pais se divorciaram e Douglas mudou-se para a casa dos avós maternos com a mãe e a irmã em Brentwood, Essex. A avó de Douglas mantinha em casa um refúgio oficial para animais machucados da RSPCA. O contato com os animais intensificou a febre dos fenos a e asma do jovem.
Adams faleceu aos 49 anos de idade, vítima de um ataque cardíaco.
"A Enciclopédia Galáctica define o amor como algo incrivelmente complicado de se explicar. Já o Guia do Mochileiro das Galáxias define amor como: geralmente doloroso, se puder, evite-o. Mas para o azar dos terráqueos, eles nunca leram o Guia do Mochileiro das Galáxias."
O Guia Do Mochileiro Das Galáxias
(The Hitchhiker's Guide to the Galaxy)
A obra começou como série radiofônica transmitida pela primeira vez no Reino Unido pela Radio 4, da BBC, em 1978, e mais tarde foi publicada (muito modificada e amplificada) numa Saga de romances em cinco partes.
Os cinco livros trazem um humor escrachado, no qual o autor usa situações hilárias e bizarras para ironizar a política, a burocracia, as pessoas e suas manias.
A Saga divide-se em 5 livros sendo eles:
1. O Guia do Mochileiro das Galáxias
(The Hitchhiker's Guide to the Galaxy)
2. O Restaurante no Fim do Universo
(The Restaurant at the end of the Universe )
3. A Vida, o Universo e Tudo Mais
(Life, the Universe and Everything)
4. Até logo, e Obrigado pelos Peixes
(So long, and thanks for all the fish)
5. Praticamente Inofensiva (Mostly Harmless)
Os cinco foram lançados no Brasil pela Editora Sextante: os três primeiros na época da estréia do filme, o quarto em dezembro de 2005 e o quinto em novembro de 2006.
Em 2005 foi lançado um filme baseado no primeiro livro, que teve Douglas Adams como uma espécie de "produtor honorário", pois ele ajudou no filme mas morreu antes de sua conclusão. Também se debate se seu último livro, não terminado, The Salmon Of Doubt seria parte dessa série, formando assim uma Saga de seis livros.
Peixe Babel
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O Peixe Babel em inglês Babel Fish é uma espécie fictícia na série O Guia do Mochileiro das Galáxias de Douglas Adams. Aparece no primeiro livro da série com uma espécie de peixe que pode traduzir instantaneamente qualquer linguagem para qualquer linguagem.
"O Peixe Babel é pequeno, amarelo e semelhante a uma sanguessuga, e é provavelmente a criatura mais estranha em todo o Universo. Alimenta-se de energia mental, não daquele que o hospeda, mas das criaturas ao redor dele. Absorve todas as freqüências mentais inconscientes desta energia mental e se alimenta delas, e depois expele na mente de seu hospedeiro uma matriz telepática formada pela combinação das freqüências mentais conscientes com os impulsos nervosos captados dos centros cerebrais responsáveis pela fala do cérebro que os emitiu. Na prática, o efeito disto é o seguinte: se você introduz no ouvido um peixe-babel, você compreende imediatamente tudo o que lhe for dito em qualquer língua. Os padrões sonoros que você ouve decodificam a matriz de energia mental que o seu Peixe Babel transmitiu para sua mente.”
Existência de Deus
A descrição de Douglas Adams do Peixe Babel também sugere uma discussão sobre a existência de Deus, com o próprio Peixe Babel como um exemplo fideístico para a não-existência de uma deidade.
“Ora, seria uma coincidência tão absurdamente improvável que um ser tão estonteantemente útil viesse a surgir por acaso, por meio da evolução das espécies, que alguns pensadores vêem no peixe-babel a prova definitiva da inexistência de Deus. O raciocínio é mais ou menos o seguinte: 'Recuso-me a provar que eu existo', diz Deus, 'pois a prova nega a fé, e sem fé não sou nada.'
Diz o homem: 'Mas o peixe-babel é uma tremenda bandeira, não é? Ele não poderia ter evoluído por acaso. Ele prova que você existe, e portanto, conforme o que você mesmo disse, você não existe. Q.E.D."
Então Deus diz: 'Ih, não é que eu não tinha pensado nisso?' E imediatamente desaparece, numa nuvenzinha de lógica."
Na versão cinematográfica da série esta cena é omitida e é usada como um bônus na versão em DVD.
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